As isoflavonas da soja, principalmente genisteína e daidzeína, seriam os componentes responsáveis pela redução de colesterol em humanos, por exemplo: Em 38 estudos separados, enovendo 743 indivíduos, encontraram que o consumo de proteína de soja resultou em reduções significativas do colesterol total de (9,3%), LDL colesterol (12,9%) e triglicerídeos (10,5%) e em pequeno, mas significante, aumento na HDL colesterol (2,4%). Esses resultados são relevantes, já que, de acordo com os autores, cada 1% de diminuição nos valores de colesterol está associado com cerca de 2 a 3% de diminuição do risco de doenças cardiovasculares. E diferentes estudos observam também que o consumo diário de 20 a 50g de proteína de soja pode resultar em redução de 20 a 30% do risco de doença coronariana.
Existem estudos importantes que observaram também ligação entre consumo de soja e risco reduzido para certos tipos de cãncer. E mais uma vez a genisteína e a daidzeína, as duas principais isoflavonas da soja, foram relatadas como sendo as responsáveis pela redução de cânceres, como de mama, pulmão, cólon, reto, estômago e próstata. Ma por que as isoflavonas presentes na soja podem prevenir ou até mesmo controlar doenças? As isoflavonas, principalmente genisteína e daidzeína, são estrógenos fracos estruturalmente muiot semelhante ao estrogênio humano de (1000 a 1000.000 de vezes mais fracos do que estrogênos humano). Assim, esses estrogênios provenientes da soja atuam como antierogênios, porque competem com o estrogênio humano pela ligação dos receptores de estrogênio. Com isso, eles impedem que estrogênio mais potentes, como aqueles produzidos em nosso corpo, exerçam seus efeitos maléficos.
Como elevados níveis de estrógenos humanos no sangue estão relacionados com altos fatores de risco para câncer de mama, o uso de estrogênios fracos da soja tem sido indicado como sendo agente protetor contra essa forma de câncer. Isso explica, por exemplo, por que poupulações que consomem quantidades significativas de soja (sudoeste da Ásia é um exemplo) têm risco menor de câncer dependente de estrogênio. Pesquisas mostram que as células cancerosas foram reduzidas em 50% quando a soja foi utilizada na alimentação. Além desses benfícios, outra boa conclusão é que mulheres que tiveram câncer de mama também diminuem a chance de reincidência pela metade se consumirem o alimento.
Outro papel importante dos fitoestrógenos da soja é o de prevenção e controle dos sintomas da menopausa. Sabe-se que os hormônios estrogênicos são produzidos no ovário, sendo importantes para o funcionamento saudável do sistema reprodutivo da mulher. Quando a produção de estrogênio decresce ocorre a menopausa, evento que pode produzir uma variedade de sintomas que incluem dificuldade em regular a templeratura corporal, o que resulta em suores noturnos e onda de calor. Estudo indicam que o consumo de isoflavonas da soja pode reduzir a freqüència e intensidade desses sintomas. Albertazzi
Por: Alexandre Scardoelli (Nutricionista-Centro Médico)
peselecopydigPor: Carlos Passion Rooster Gravid Shindangh Mariano
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